quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Diálogos sobre Desenvolvimento Sustentável



Jeffrey Sachs é economista norte-americano,diretor do Instituto da Terra de Columbia, conselheiro da ONU.

Recomendado por @cnerisjr via twitter
www.vidareinventada.blogspot.com

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Minha Infância



Infância: tempo precioso, único, sublime.
Tempo de construção, exposição,observação.
Tempo de brincadeiras, tempo de travessuras.
Tempo de criar, extrapolar, se conter.
Tempo de imaginar, tempo de sonhar,conhecer, perceber.
Tempo de ir além e estar e ser.
Tempo de se formar, firmar, escrever.
Tempo de desenhar, traçar e enlaçar.
Tempo de deixar surgir, pintar, inventar.
Tempo de correr, de rolar,passear.
Tempo de fazer a vida...esta que continua!

Quando criança fui medalhista de natação!Orgulho para meus pais e professores, eu nem ao menos sabia direito o que estava fazendo ou a importância de cada premiação recebida.Ouvia da minha mãe:"medalha, medalha, medalha".Engraçadas palavras ditas cantaroladas para mim que traduziam um único prazer: o de estar na água e flutuar.Me sentia guiada...não havia um grande desejo de vencê-la, ela me levava e por si só eu mesmo a ultrapassava.Eramos companheiras!Friozinho na barriga em cada novo que surgia, mas logo me sentia em casa:era só ali estar e realizava.
Lembro-me de uma grande competição que disputei aos 6 anos de idade, fora da cidade:novas pessoas, novas competidoras, novas piscinas, mais fundas da que estava acostumada.Com o entusiasmo de todos, me alegraria em vencer.Colocaram-me para disputar com meninas de 9 anos de idade, bem maiores do que eu.(Sim, tamanho nunca foi meu forte,rs).Certamente observei a situação e percebi: estava numa competição sem muitas chances.Disputei. Meio desconfortável com a profundidade da piscina, não venci a prova.Esbarrei-me na minha limitação.Flutuei menos, dei lugar ao medo.Voltei com um certificado de participação rosa.Fui recebida com alegria pela minha mãe que, carinhosamente, me abraçou. E era isso que mais importava!

Já quis ser de tudo quando criança.Deve ser assim com todos creio eu! Criamos tanto.Nossa imaginação vooa...
Já quis ser cantora internacional,maestra(?),dentista,professora, sereia.Gostava de assistir Doug, Castelo Rá Tim Bum, Chiquititas,Fada Bela e Tv Colosso.
Dentre todas essas coisas,desde de pequena, orientada por um médico, minha mãe me colocou na natação e essa fez parte da minha vida por pelo menos 6 anos.Eu amava.
Gosto de relembrar esse tempo e ver que quando éramos criança sonhavamos mais, nos importávamos menos.O não não era bem um problema, desconhecíamos limitações e por isso fazíamos.Com o passar dos anos,vivenciamos alguns contratempos e caimos na tentação de nos desgostarmos, de desanimarmos.Quando penso no exemplo citado acima, com 6 anos de idade, disputando com meninas de 9, percebo que me deixei levar pelo medo, pelo o que poderia ser.Semelhante é quando crescemos e sabemos da nossa capacidade e fidelidade de Deus, mas as dificuldades ao redor se sobressaem ao poder de Deus.Bom seria, então, conservarmos a esperança de criança, a intripidez e confiança;a inocência para que continuemos a vida mais leve, agradável e doce como o sorriso de uma criança!Vivermos a essência da vida!

Obs: sou eu na fotinha, com 2 anos de idade! =)

sábado, 10 de abril de 2010

No seu lugar!

Raro mas fato, demorei mais de um mês para postar algo novo no VerboVivo desde a última feita no dia 26 de Fevereiro.Duvidoso é pensar se é simplesmente uma questão de tempo ou inspiração pela metade(porque diversas vezes escrevi, não terminei e não divulguei e enfim, acabou passando).De uma forma ou de outra, cá estou novamente pra compartilhar (eu ainda acho ou invento um sinônimo para essa palavra)rs os meus dias..longos dias..
A seguir, um vídeo que achei despropositalmente na internet e considerei-o muito interessante:



vide www.onetimeblind.com

Intitulado de "O Banco", o vídeo simples de aproximadamente dois minutos, mostra uma mulher comum, que deseja entregar a Jesus o poder de decidir o que será...A princípio ela se dispõe a dar o banquinho e no decorrer da história ela vai retomando o "poder de decidir", tirando de Jesus, o controle da vida dela.
Inúmeras vezes nos tornamos como essa mulher:Entregamos a Deus nossas vidas, oramos para que a vontade dEle seja feita, mas com o passar do tempo, vamos tirando de Deus esse poder, essa autoridade de dirigir a nossa vida.

Me identifiquei sobremaneira com o vídeo.Este demonstra a situação de forma até engraçada, mas que expressa bem aquilo que teimo em fazer.Interessante é a parte em que a personagem diz a Jesus: "Mas Jesus, você não entende as pressões, não entende o que está em jogo"...assim é (comigo)/conosco.Enchemos Deus de desculpas sobre o porque tentamos de alguma forma tomar novamente o controle das nossas vidas e decisões.Não nos entregamos, não entregamos nosso banco, não confiamos!

Deixemos o banco no devido lugar, com a Pessoa certa, que como Rei dos Reis e criador dos céus e da terra, nosso criador e nosso Pai saberá o que fazer e mais ainda, saberá decidir por nós aquilo que nos fará melhor e nos conduzirá a caminhos de paz,de santidade e salvação:Jesus

"Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte"
Provérbios 16:25


"Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará."
Salmos 37:5


"Eu sei, ó SENHOR, que não é do homem o seu caminho; nem do homem que caminha o dirigir os seus passos."
Jeremias 10:25

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Aquela que excede o entendimento

"Graça e paz da parte de Deus Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo" Gálatas 1:3

Cada povo, nação e religião tem seu costume de cumprimentar as pessoas.Alguns são mais calorosos, outros bem reservados. Uns incluem toque, outros exigem maior temor e tremor ao se apresentar diante do próximo. Independente de como é realizado tal ato,este quando feito, pode revelar um pouco da identidade de cada país por exemplo.
Alguns cristãos tem o hábito de cumprimentar uns aos outros com "a paz" ou "a paz do Senhor", que é bem descrita em quase todas as cartas de Paulo no Novo Testamento.Até aí, o assunto parece ser "cristão" demais?rs Vejamos...

Nessa semana,última de férias,atarefada e preocupada com alguns probleminhas da vida,andando no centro da cidade, atônita para resolução de coisas que eu sabia pouco como amenizar e conversando com Deus em pensamento, encontro a mãe de um amigo, membro da Igreja a qual frequento.No horário de pico, 13h em plena Praça José Bonifácio, com um sorriso no rosto, prontamente ela me cumprimentou: "paz, querida". E seguiu seu caminho.Quero chamar sua atenção agora: "Paz, querida"? rs Foi o que ela me disse?
Sim...
Parei pra pensar na hora no sentido dessa palavra: paz.

Na carta de Paulo aos Filipenses tem uma passagem que diz:"Não estejais inquietos por coisa alguma; antes sejam vossas petições em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus" Fl. 4: 6 e 7.

Naquele momento eu estava ansiosa, me perguntando como resolveria tais questões e a resposta foi paz!
Na hora meus sentimentos mudaram, pude descansar, pude olhar a rua por onde passava e as pessoas de forma diferente.
É esse, um dos reais significados do "a paz" quando uns cumprimentam os outros.É a paz que Ele promete, aquela que excede todo entendimento.É a confiança de que as coisas não estão simplesmente jogadas no mundo.Existe um Soberano por trás de tudo, que controla tudo e independente da situação de agora,ELE nos promete paz.

Devo dizer que minha tarde se transformou a partir daquela palavra aparentemente simples, mas com um significado intrínseco tão profundo e acreditem, antes que o dia terminasse, todos os problemas que estavam ocupando minha mente foram resolvidos de uma forma surpreendente.Assim, Deus trabalha...

A todos, a paz =)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Família

"Tudo o que tenho, sou, aquilo que pretenso ouso ser. Sem forças de expressões corriqueiras. Aqui repousam e se rejuvenescem meus valores. Meus horizontes se iniciam aqui. É a ponta do arco-íris. O início, fim, meio. Deles tiro a força que me faz traçar objetivos e alcançá-los. A eles agradeço pelo sucesso, com eles conforto-me no fracasso. Sem condições pretéritas. Sem ressarcimentos futuros. Só é possível construir com o alicerce que me oferecem. O amor é só detalhe. Uma ponta daquilo que sentimos, a força inexorável que constituímos."

Por Celso P.Neris Jr.,amigo, economista, pesquisador, poeta.

via www.vidareinventada.blogspot.com

Contra o Vício:



"Crianças e adolescentes que passam horas diante do computador poderão ser tratados na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.No próximo mês, começará a funcionar o ambulatório para dependentes eletrônicos.Cerca de 100 jovens viciados.Pode-se definir o problema de alguns como compulsão ou apenas falta de noção de limites.A Associação Americana de Pediatria recomenda que jovens de até 17 anos não passem mais do que duas horas diárias no computador"

Por Celso Masson
Revista Época dessa semana,edição 614

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Excesso de vida




“Uma criança balança as pernas ritmicamente por excesso de vida, não pela ausência dela. Pelo fato de as crianças terem uma vitalidade abundante, elas são espiritualmente impetuosas e livres; por isso querem coisas repetidas, inalteradas. Elas sempre dizem: “Vamos de novo”; e o adulto faz de novo até quase morrer de cansaço. Pois os adultos não são fortes o suficiente para exultar na monotonia.
Mas talvez Deus seja forte o suficiente para exultar na monotonia. É possível que Deus todas as manhãs diga ao sol: “Vamos de novo”; e todas as noites à lua: “Vamos de novo”. Talvez não seja uma necessidade automática que torna todas as margaridas iguais; pode ser que Deus crie todas as margaridas separadamente, mas nunca se canse de criá-las. Pode ser que ele tenha um eterno apetite de criança; pois nós pecamos e ficamos velhos, e nosso Pai é mais jovem do que nós.”
G. K. Chesterton

Por aí...